14/02/2026 17:18

Carnaval: Bela Gil fala sobre brilho na folia e a homenagem à Preta Gil

Crédito: Azus

Na estação de beleza e autocuidado da Natura dentro do Camarote da família Gil, o Expresso 2222, Bela Gil conversou sobre os rituais que acompanham sua jornada na folia, relembrou como o espaço nasceu a partir de um desejo de infância, e comentou a emoção de viver um ano marcado pela homenagem à sua irmã Preta Gil.


 

Quando o assunto é preparação, Bela vai do essencial ao ousado. “Primeiro, antes de tudo, me tratar. Eu acho que é muito importante usar filtro solar”, contou. E, no Carnaval, ela conta que não economiza no brilho: “Carnaval é um lugar que não só permite, como convida muito, o brilho. Então, aproveito e coloco sombras coloridas. Eu já tenho cílios enormes, então eu passo máscara e fica ainda mais destacado, amo sombras, gloss, blush, para dar aquele tom de super bronzeada.” Para ela, a festa abre espaço para levar a ousadia para além do circuito: “Cada carnaval que passa eu me sinto mais livre. Você usa no carnaval e fala, por que eu não levo isso pra vida? Porque a gente não pode brilhar o ano inteiro?”

Crédito: Azus

A inspiração
A história do Expresso 2222, aliás, passa diretamente por Bela. “Eu acredito muito nessa energia, na realização do camarote, como esse lugar de família mesmo, porque ele foi criado pra poder me acolher durante o carnaval”, disse. Ela relembrou que queria ir para a rua ainda criança: “Eu era pequenininha, 9, 10 anos e fui parar no Juizado de Menores, aí minha mãe falou, não, não, vamos resolver isso daí.” A solução virou tradição: “Ela alugou um espaço, chamou os amigos, no ano seguinte, já virou o camarote e assim perdura a vida. Mais de 25 anos. Então, eu fico muito feliz de poder ser a grande razão de isso tudo acontecer.”


 

Ao falar sobre a homenagem a Preta Gil, Bela descreveu um Carnaval atravessado por sentimentos mistos, mas guiado por uma responsabilidade afetiva. “Um sentimento muito ambíguo, todo mundo sentiu o baque da partida dela, não tinha nem clima para pensar na possibilidade de fazer um camarote”, confessou. Com o tempo, a decisão ganhou outro sentido: “Principalmente, a sensação e uma certa responsabilidade de fazer o que a Preta gostaria que fosse feito, que é celebrar, celebrar a vida da Preta , a memória, a presença e, principalmente, a energia dela com os amigos, com a família, com o público. Em nome dela, por ela, isso deveria acontecer da forma como está acontecendo.”

 

 

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